Estamos há 53 anos sob a gestão da Suframa, a superintendência da Zona Franca de Manaus. Um caminho, com mais de meio século, o único, para sustentar nossa economia, isto é, a sobrevivência de nosso estado, de nossa gente e nossa região. Um caminho que é pleno de acertos, de crateras, de cruz, e de superação. E para esta trilha, não conhecemos, até aqui, uma alternativa tão impactante na ótica positiva, tão efetivo na missão de reduzir desigualdades e tão cheio de oportunidades, como este programa de desenvolvimento regional chamado Suframa, a superintendência da Zona Franca de Manaus.

PPB, a reposição da verdade

Podemos ilustrar com vários exemplos, mas vamos descrever um episódio que implicou em perdas de milhares de empregos. Desde o final dos anos 90, para produzir em Manaus, uma empresa era obrigada a submeter seu processo produtivo básico ao formato PPB de avaliação do governo federal. Tinha situação absurda, em que o investidor precisava de esperar 4,5, até 6 ou sete anos para poder começar a produzir. Um calvário sem ressurreição. Foi preciso que a Suframa, sob a gestão de um coronel amazonense, Alfredo Menezes, desse um basta nessa anomalia, sim, anomalia. A Constituição só proíbe 5 produtos de serem incentivados e essa liberação federal não pode ultrapassar 120 dias. Agora tudo mudou, pois foi em nome dessa verdade constitucional que o Coronel Menezes pôs um fim nessa contravenção.

A nova vida dos empregos

Essa mudança não se deu em Brasília. Por isso, cabe resgatar o calvário que isso representa. As entidades da indústria da Zona Franca de Manaus estavam, há 7 anos, pressionando o Grupo de Trabalho chamado GT-PPB, pela liberação do Processo das Luminárias de Led. Em janeiro último, a novela teve um final feliz, graças a um novo formato de tomada de decisões de olho no interesse público, não de segmentos isolados que se recusam a perder privilégios.essa mudança significou a vida de milhares de trabalhadores, que puderam voltar a sonhar com o mercado de trabalho. Vida nova propiciada pela coragem, determinação e compromisso da Suframa, sob a condução de Alfredo Menezes.

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Por Mário Bakunin