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SELVA!!!

SELVA!!!

Menezão é especialista em sua tática de ficar calado (não prometer nada). Essa estória de que não discutia eleição e de frisar que ele era um soldado a serviço do seu comandante na Suframa acabou. Fez o que tinha que ser feito no PIM e agora é hora de trabalhar para ganhar a prefeitura e depois o governo do estado pela Direita. Amanhã, na sede do Da Vince, o coronel reúne sua tropa de choque e o que espera pra logo seu rompimento com o glorioso Negão, forçando-o a colocar logo as cartas na mesa. Ou jogar a tolha e continuar em Sampa mesmo.

Rabo de arraia (AM)

A única carta posta festivamente na mesa foi a do glorioso Negão. Mazoca para os íntimos, nessa eleição, com uma dama de ouro diante dos ases de paus, ouros, espadas e copas que o coronel costuma agasalhar no colete. Embora se considere quenga nova no rende-vous da política, Menezão (que nasceu na Compensa e foi criado no Alvorada) sabe que com o Negão não dá pra brincar de manja, trinta-e-um-alerta, muito menos de barra bandeira, pois não tarda a arrebentar seus adversários com uma cama-de-gato no infeliz que o enfrenta.

Síndrome

Menezão sabe também que Amazonino gosta de ser paparicado pra valer. Tucumã, tapioca etc. etc. Se o cabra se mete a besta de querer ser amigo de verdade e não fizer o que o “mestre mandar” pode se preparar que a porrada vem certeira e no pé do ouvido. Dizem os chegados que o ex-governador costuma retribuir afago com um tapa, é a síndrome Estouapé, que é a mistura de Estocolmo com Eirunepé. Alfredo, Braga, Omar, Josué, Ronaldo e mil seguidores não conseguiram se livrar da “Estouapé” nem com assistência psicológica.

2020-06-16T12:08:14-03:00junho 16, 2020|INDÚSTRIA|0 Comentários

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