Num francês impecável, o superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, deu boas vindas à presidência da Michelin, Mr. Nour Bouhassoun , que dirige no Continente a mega fabricante de pneus da França. O evento, celebrado nesta quinta-feira , na sede da Michelin, traduz mais um avanço do InvestZFM e do fortalecimento da cadeia produtiva de borracha, uma segmento ícone de nossa história. Há 110 anos, ruiu um monumento de riquezas, o Ciclo da Borracha. A Suframa, na era Menezes, se atreve a resgatar.

FOCO, ENERGIA E TRABALHO

Temos duas empresas de pneus em Manaus, no Polo Industrial. E o polo que mais cresce na ZFM é o de Duas Rodas. Por isso, diante da demanda crescente da planta fabril de uma empresa do porte da Michelin na Zona Franca de Manaus (ZFM), a palavra de ordem é centrar foco, energia e muito trabalho nesse desafio tão sensível de nossa História.

DE VOLTA AO SERINGAL

A diretoria da Michelin, dentre eles o presidente do grupo na América do Sul, Central e Caribe, Nour Bouhassoun, se fez presente e isso diz tudo sobre a importância do evento, seu simbolismo e a expectativa de tantos resultados. O governo do Amazonas, que entendeu a relevância do evento, se fez presente e deve mobilizar a AFEAM, agência de fomento, para resgatar as cooperativas de produção de borracha, do Purus e do Juruá. O Coronel deu uma verdadeira aula de conhecimento amazônico para os conterrâneos do general De Gaulle.

O teor de borracha que com o látex da Amazônia é muito superior que a qualquer outro produzido no Brasil, cujo confere uma qualidade superior ao produto final feito com este.

OUI, OUI, MONSIEUR!!!

Ao discursar Coronel Alfredo Menezes saudou os dirigentes multinacional da em um francês de dar inveja aos conterrâneos de Emanuel Mácron, deixando o governador Wilson Lima e sua comitiva cheios de orgulho desse caboclo nascido na Compensa e criado no Alvorada. Menezes além de doutor em Comunicação e Administração, é poliglota. Disse que, segundo dados apresentados por Bouhassoun, a proposta da Michelin é expandir sua atividade e ampliar sua planta fabril na ZFM para melhor atender o mercado brasileiro do segmento de pneus. Um grande avanço da Suframa.

O PASSADO E O PRESENTE, FUTURO!!!

Com os investimentos feitos pela RUBBERON a fábrica BORRACHA DA AMAZÔNIA tem uma capacidade para atender até o dobro da necessidade de consumo da unidade fabril em Manaus.
A Michelin irá dobrar a sua capacidade produtiva em menos de dois anos, já foram investidos mais de 100 milhões de Reais

MANAUS, A PARIS DOS TRÓPICOS

Desde o início da segunda metade do século XIX, a borracha passou a exercer forte atração sobre empreendedores visionários. A atividade extrativista do látex na Amazônia revelou-se de imediato muito lucrativa. A borracha natural logo conquistou um lugar de destaque nas indústrias da Europa e da América do Norte, alcançando elevado preço. Isto fez com que diversas pessoas viessem ao Brasil na intenção de conhecer a seringueira e os métodos e processos de extração, a fim de tentar também lucrar de alguma forma com esta riqueza. Essa riqueza fez de Manaus uma referência de glamour e luxúria, por isso se chamou a Paris dos Trópicos. Merci!