O Amazonas, dizem os cientistas locais, dispõe de 3,4 bilhões de metros cúbicos de madeira. Toda a Malásia dispõe de 5,3 bi. E em poucos anos vai esgotar porque ainda usa o corte raso. 

Isso significa adensar e fortalecer a floresta, extraindo madeira com inteligência sob rigorosos critérios de certificação, ao preço internacional de mercado que pode alcançar ate US$ 4 mil/m3 no mercado europeu. 

CURUPIRA DA ECONOMIA 

O proibicionismo tem sido fruto de uma postura ambígua de determinados seguidores públicos. Eles vendem dificuldades pensando naquilo. Com isso, o Amazonas tem caminhado para trás como um Curupira da Economia. De quebra, temos uma proibição policial ao de acesso à biodiversidade, tal o emaranhado de exigências.

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS 

Manejar é robustecer a floresta e oferecer alternativa ao interior, ao empreendedor e ao ribeirinho, sem depredação. Mapear, além disso, identificar e coletar mudas de alto valor comercial para propagação em laboratório. Foi por isso que a Suframa, na gestão do Coronel Menezes, abraçou com volúpia as possibilidades infinitas de bionegócios do CBA. 

MULTIPLICANDO RIQUEZA NO LABORATÓRIO 

O CBA Centro de Biotecnologia da Amazônia, em ampla parceria e rede regional/nacional tem equipamentos sofisticados nesta direção. Cultivar espécies para extração de óleos, resinas, extratos, moléculas e biomoléculas com demanda industrial para cosméticos, fármacos, nutracêuticos, agregando valor pela inovação tecnológica. 

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO 

Além disso, um Programas de Agricultura Orgânica para abastecer Manaus que importa 90% dos alimentos que consome. Nunca é demais lembrar que o Peru faturou US$ 1,5 bilhão de exportação de alimentos orgânicos para Europa. Ainda cabe, nesta imensa área, que será oferecida para grandes corporações de biotecnologia desenvolver com os atores locais programas de P&D e Inovação. 

PASSADO E FUTURO, PRESENTE!!!!

  • O Brasil se comprometeu reflorestar 12 milhões de hectares depredados pelo agronegócio. E isso teria um custo de R$52 bi, por conta dos gastos com mudas e irrigação. 
  • Por que não aproveitar os laboratórios do CBA? E desenvolver um Programa de produção de mudas para Reflorestamento? Poderíamos ocupar as áreas degradas da Amazônia. 
  • São 200 mil quilômetros quadrados, espaço para mais de trilhões de espécies, que podem ser de alto valor agregações. Isso desembarcaria numa renovação eterna do clima e dos negócios. 
  • De quebra, podemos indagar quanto custa manter 150 milhões de hectares intactos de floresta? Quanto custa exportar pelas nuvens – OS RIOS VOADORES – a água que abastece o Sudeste do Brasil. Amanhã continua