Nos dias 23 e 27 de julho, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) sediou duas reuniões para tratar de ações que envolvem tanto o projeto do Distrito Bioagroindustrial de Rio Preto da Eva (Darpe) quanto a regularização fundiária de terras da Autarquia no mesmo município, dois temas afetos ao Distrito Agropecuário da Suframa (DAS). Entre os atores envolvidos, estavam o superintendente Algacir Polsin, e o prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Souza, além de representantes do governo do Amazonas, da classe industrial, da Secretaria de Patrimônio da União e da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, dentre outros.

Sobre o Darpe, foram tratadas as potencialidades do projeto, com a exploração de atividades como fruticultura, piscicultura e bovinocultura, além do incremento de postos de trabalho na região e o desenvolvimento econômico local. Um cronograma do projeto foi apresentado para conhecimento da nova gestão da Suframa, que vai analisar em conjunto com o corpo técnico da Autarquia.

Quanto à demanda de regularização fundiária de terras da Suframa em Rio Preto da Eva, o titular da Superintendência informou que a equipe técnica vem analisando as solicitações que chegam à Autarquia com foco no respeito à legalidade do processo, a fim de garantir que aqueles que têm direito a terras sejam contemplados com o documento de posse legal e, aqueles que não se enquadram nessa realidade, possam ceder as ocupações para que projetos voltados ao desenvolvimento socioeconômico local possam ser implementados.

Polsin fez questão de reforçar que a sua proposta, enquanto gestor, é de “tornar o modelo Zona Franca de Manaus cada vez mais forte, diversificando as indústrias, fomentando atividades – como as estabelecidas no Distrito Agropecuário da Suframa – e apoiando o comércio, que foi muito impactado neste período de pandemia”.